É com profunda tristeza que informamos o falecimento do Cadete Jeanderson. Desejamos força e serenidade aos familiares e amigos
Luto. Aconteceu novamente, e pouco se falou.

Mãe Mineira
É mãe muito especial
Mãe mineira tem colher de pau
Avental xadrez com renda
Lenço na cabeça
Chinelo precata de couro de boi
Modo sereno de falar
Mãe mineira fala uai!
Uai! Filho!
Uai! Foi?
Mãe mineira é mãe do trem bão
Do deixa quieto
Do deixa pra lá
Do larga mão. Oh! Sô.
Oh! Trem bão.
Mãe mineira fala baixo e fala pouco
Ouve mais e fala menos
Mãe mineira tem queijo e goiabada para servir
Requeijão e pinga da roça
Tem coalhada e tem pilão
Oh! Café bão!
Mãe mineira tem montanha e rancho de sapé
Tem milho verde para colher
Mãe mineira tem cachoeira
E feixe de lenha para carregar
Fogão e barro para cozinhar
Mãe mineira é uma porção de mães
Mãe mineira tem vestido de chita
E olhar apaixonado
Mãe mineira é …
Como é céu, como a lua, como as estrelas.
Mãe mineira é …
- Passa pra dentro meu filho.

AUTOR: CLÁUDIO CASSIMIRO *ACADÊMICO EFETIVO CURRICULAR DA ACADEMIA DE LETRAS JOÃO GUIMARÃES ROSA DA PMMG, SARGENTO PM, ESCRITOR E POETA, OCUPA A CADEIRA 28, PATRONO CARLOS DRUMOND DE ANDRADE.

 

Por Claudio Cassimiro Dias

" Não são poucas as vezes que nos deparamos com leis e ou ordenamentos jurídicos que se não contrapõem a Constituição Federal, afrontam os desígnios pétreos, posto que contrariam os artigos de nossa Carta Magna.
Muitos alunos me perguntam se determinadas leis são inconstitucionais exatamente por ditarem normas que vão de encontro a Lei Maior, a Constituição Federal. Exemplo disso é o artigo que reza que ninguém será considerado culpado antes do trânsito de sentença condenatória em julgado. Ou seja, somente após transitar em julgado a sentença condenatória, da qual não cabe mais recurso é que qualquer pessoa será considerada culpada.
No caso do Estatuto dos Militares do Estado de Minas Gerais há uma previsão seguida por outros estados, no qual existe a previsão de que os militares que se encontrarem na situação de “sub judice” não poderão concorrer a promoção.
Aqui cabe uma breve consideração acerca do que seja “sub judice”, pois há entendimentos de que a partir do momento em que o militar esteja indiciado considera-se sub judice,porem, o entendimento majoritário é que tal situação de sub judice acontece a partir do momento em que o militar se encontrar processado.
Porém, qualquer das situações contraria, em tese, a previsão de nossa Carta Magna uma vez que a previsão do sub judice, nesses moldes vai de encontro ao Principio da Presunção da Inocência, posto que o Estatuto dos Militares parece prever a “Presunção da Culpa”, vez que o militar que se encontrar sub judice se vê impedido do acesso a promoção na Carreira Militar, isso tudo antes da sentença condenatória transitar em julgado.
Na verdade, o militar é pré-condenado, ou pré-julgado, pois basta que seja processado, para que seja impedido as promoções.
A alegação do legislador para a mantença dessa situação anômala no Estatuto dos Militares é que se o militar for absolvido ao final do processo terá direito a retroação da data da promoção.
Essa alegação não verifica os pormenores, como prejuízos sofridos pelo militar, constrangimentos em ver os colegas serem promovidos e ainda a questão, de ser considerado culpado antes mesmo de ser julgado. Se o legislador não pensou nisso, é hora de pensar, pois, pais de família são impedidos ao acesso a promoção, devido previsão que contaria a previsão de nossa Carta Magna.
Outrossim, muitos militares vão para a Reserva e não têm o sossego que um trabalhador que dedicou sua vida a Sociedade e Corporação, pois se encontrando na situação de sub judice, não vão para a Reserva, pois ficam agregados e ainda perdem o direito a promoção ao Posto ou Graduação imediato.
É hora das associações e nossos representantes apresentar um projeto acerca desse tema, em prol desses valorosos Homens que sacrificam suas vidas, noites, finais de semana, suas famílias e saúde para preservar a Ordem Pública e a tão sonhada Paz Social.
Tal previsão da situação do sub judice é arcaica e prevista desde 1969, no RDE, e carece de revisão urgente, para que não traga mais prejuízos e estragos profissionais e familiares do que já causou. Afinal, a presunção deve ser da Inocência, e não da Culpa."

* CLAUDIO CASSIMIRO DIAS, SARGENTO PM, Poeta e escritor, Especialista (Latu Sensu) em Criminologia, Bacharel em Direito, Bacharel em Historia, Acadêmico Efetivo Curricular da Academia de Letras João Guimarães Rosa da Policia Militar de Minas Gerais, Cadeira 28, Pesquisador da Historia Militar e palestrante.

 

Começar de novo é acordar a cada manhã e reiniciar a cada instante.
Deixar as mágoas para trás e seguir em frente.
Começar de novo é viver um novo dia como se fosse o primeiro, repleto de emoção e novidades, mas também, viver como se fosse o último, ao mesmo tempo.
É se doar um pouco ou por inteiro. Conhecer um amor verdadeiro e sincero.
Começar de novo é deixar que a vida nos dê sempre, uma outra chance.

 

Por Cláudio Cassimiro Dias, Sargento PM, Pós Graduado em Criminologia, Bacharel em Direito, Bacharel em História, Palestrante e Pesquisador da História Militar. Gestor do Blog do Sgt Cláudio Dias e Movimento RET.

 

 

        Trata esse texto de breve reflexão acerca da questão da Maioridade Penal, que tem defensores de diversas vertentes e explicações. Portanto, aqui quero apenas trazer a reflexão de nosso cidadão para um melhor entendimento. Sempre levando em consideração que ninguém é o dono da verdade e o assunto precisa ser abordado de forma muito mais abrangente e de ações eficazes e fáticas.

      Nosso País passa por um momento de intenso debate sobre o aumento da criminalidade e da delinqüência juvenil. Estamos diante de uma sofisticação nas modalidades criminosas e perplexos diante da participação de crianças e adolescentes em crimes cada vez mais brutais e horripilantes.

       Uma degradação dos valores pessoais, éticos e morais rondam nossas famílias e nossos espaços de convívio social.  Diante da necessidade de trabalhar fora para buscar o sustento da família, os pais e responsáveis delegam para a escola a responsabilidade de educar seus filhos,. A mãe, outrora zeladora do lar, também sai a lida em busca da complementação salarial do marido.

      Por sua vez, os educadores se vêem assoberbados e diante de uma situação difícil, pois além de terem de ensinar o conteúdo programático, ainda tentam suprir a ausência dos pais. É claro, que alguma coisa ficará faltando quando ocorre tal ausência ou inversão de papéis.

     Diante dessa situação apresentada e de outros diversos fatores, o debate atual no País fica em torno de um possível ajustamento da maioridade infantil. O que se quer é fazer com que o adolescente responda criminalmente, com mais rigor da lei, e cada vez mais novo. Ou seja, se pode votar com dezesseis anos, por que não pode ficar preso e responder criminalmente com dezesseis anos?

      Será que é tão simples assim? Basta que votemos pela diminuição da maioridade infantil para que os crimes diminuam? Imputar ao jovem, adolescentes, pré-adolescentes ou criança as mesmas penas impostas aos adultos resolveria o problema?

      Estudos apontam para uma direção contrária não é esse o caminho a ser tomado nesse momento com a estrutura social, cultural e política que ostentamos atualmente em nosso País. Não devemos copiar de outros países, simplesmente por copiar os modelos jurídicos utilizados além de nossas fronteiras.

       Na realidade, deve-se haver uma melhor aplicação de políticas públicas. É necessário que cada órgão estatal cumpra seu papel para que nossos jovens e crianças não virem caso de polícia. As ações devem ser efetivas e anteriores ao crescimento descontrolado da criminalidade.

       Quanto ao nosso Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), trata-se de uma das legislações mais elaboradas, completas e aplicáveis em comparação com outras legislações do mundo. Um Estatuto elaborado dentro de uma realidade fática, totalmente exeqüível e objetivo, e que prevê as situações prováveis para se evitar a prática de atos infracionais por parte dos adolescentes e crianças, prevê a apenação aos adultos que descuidarem de suas obrigações para com a educação dos filhos, a internação do menor infrator como reprovação da prática do delito, e o mais importante, com o objetivo de alcançar o caráter educativo da pena imposta são previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente.

        Então, vamos educar melhor os nossos filhos, ao invés de trancafiá-los em celas imundas e junto a marginais, muitos deles reincidentes e contumazes.

       Sempre que ocorre um crime de maior expressão envolvendo delinquentes menores de idade, surge o debate e uma grande comoção ao redor do fato. Isso é natural! Na verdade, mexe com qualquer um de nós de maneira contundente. No entanto, não devemos agir pela emoção, mas pela razão, pela educação, pela saúde, pela cultura, por vias políticas transparentes e eficazes.

        Nosso sistema penitenciário não tem dado conta dos milhares e milhares de condenados que lá estão. Alguma coisa precisa ser feita para uma real ressocialização do apenado, que atualmente vai para uma cela para aprender outras modalidades criminosas, e é sabido que grande maioria é reincidente na prática criminosa.

          O Estatuto da Criança e do Adolescente tem um bom texto normativo. O que falta é a conscientização. O papel de cada cidadão é mais importante do que simplesmente reduzir a maioridade penal, ou criar-se pena de morte ou amputação de membros dos delinqüentes juvenis brasileiros. Pensando assim, certamente teremos uma visão mais ampla do caráter da pena imposta a quem transgride.  Sendo assim, quem sabe possamos repensar o que queremos para o futuro de nossas crianças, dos nossos jovens e de nosso País.

Por:  Cláudio Cassimiro Dias - Criminólogo

            Estados Unidos, Japão, Cuba, Camarões, Egito, Emirados Árabes estão na lista dos mais de sessenta países que adotam a pena de morte. No último dia 18, o brasileiro Marco Archer foi executado na Indonésia por tráfico de drogas. Todos já sabemos da história. Ele estava preso desde 2004. E para mim são essas as duas questões que camuflam o oportunismo de todos nós que achamos que foi bem feito ou que somos contra: mais de sessenta países no globo possuem a pena de morte em seus arcabouços jurídicos e o fato do nosso compatriota estar preso há dez anos.

           Sim, é oportunismo político, virtual, legal e filosófico voltar o olhar para a Indonésia enquanto o Irã condena a morte estupradores. É oportunismo questionar o arcabouço jurídico dos indonésios enquanto vários países da África e da Ásia executam homossexuais. Todo tipo de opinião isolada nesse contexto parece ser tendenciosa e promíscua. Afetada pela velocidade com a qual as informações chegam para nós e da forma como chegam. Ao invés de tratar a pena de morte como fato isolado na medida em que ela acontece e é noticiada, deveríamos considerar com mais seriedade os tratados internacionais que, não violando as soberanias nacionais, colocam-se como mecanismos de discussão sobre questões que não transcendem culturas, mas ao contrário percebem a riqueza da comunidade global e buscam harmonizá-la. É leviano, nesse momento, se colocar simplesmente a favor ou contra a morte de Archer.

           Dez anos! O que nossa embaixada fez por Archer nesses dez anos antes de ser chamada de volta ao Brasil? Seis pedidos de clemência ao que tudo indica. Fez o que tinha que ser feito do nosso ponto de vista jurídico, mas desrespeitou a Indonésia ao se retirar. Desrespeita os que estão nos corredores da morte nos EUA, no Egito (mesmo que não sejam brasileiros) e em todos os países onde temos representações diplomáticas ao não chamá-las de volta ao Brasil. Ou a questão é apenas (não tenho a intenção de ser debochado quando uso a palavra "apenas") Archer? Para mim,  soa leviano celebrar tratados internacionais de defesa dos direitos humanos, pedir clemência seis vezes em dez anos, assinar acordos comerciais com diversos países que possuem a pena de morte e retirar o embaixador tupiniquim da Indonésia depois da execução do surfista-traficante.

         Quando eu assisti  o filme ,O expresso da meia-noite, saga de um jovem estadunidense que é preso, e condenado a trinta anos de cárcere, quando tenta sair com haxixe da Turquia, senti profunda empatia pelo protagonista. No caso de Marco Archer não. A imprensa, os internautas e o governo brasileiro me fizeram sentir nojo (do episódio). 

       Talvez se houvesse seriedade na discussão sobre a pena de morte e o Direito Internacional o expresso da meia noite de Archer teria um outro final.

Raphael é sargento PM e trabalha como secretário do Centro de Referência em Do­enças Infectocontagiosas do Hospital Militar de Minas Gerais e é editor do blog www.raphaeljulianocarpediem.blogspot.com.br, onde publica textos sobre o cotidiano.

Tomara que um dia todas as instituições policiais, assim como seus membros dos mais altos cargos aos menores, amadureçam e vejam os outros como companheiros, colegas e irmãos de Guerra. Que todos nós, Policiais Militares, Civis, Federais e Guardas, lutemos todos do mesmo lado. Os nossos inimigos são os bandidos e não os membros das outras corporações.

Irmãos e irmãs de farda, meus cumprimentos!

Este ano que inicia vem carregado de más lembranças porém, com muita esperança de que vai melhorar. Nossa luta é permanente. Seja contra os bandidos declarados, seja contra os bandidos velados/infiltrados, seja contra quem e o que for! Essa ocorrência envolvendo o Cap QOR no bairro Xangrilá é a prova de que estamos nos tornando vulneráveis às ações dos bandidos. Essa ocorrência foi real, ninguém a inventou para criar o pânico. Eu participei, eu fui ao local e vi o Cap sair amparado por irmãos de farda. Relato a todos que fere nosso ego, nossa honra e causa receio (pra não dizer medo) de continuar sendo policial. Bandidagem anda sem limites e nós estamos assistindo a isso tudo como? Espero que 2015 seja o ano de mais ações e menos discursso. Independente de onde estejamos, mais ação!

Vamos viver um NOVO TEMPO! DEUS NOS ABENÇOE!
CABO DANIEL BRANCO

 

“Já escrevi que sempre estamos tentando submeter o tempo. É a nossa necessidade de imortalização. Isso pode ser bom e pode ser ruim. Quando tentamos submeter o tempo para termos referência do passado e do futuro, considero que seja bom. Mas quando tentamos submetê-lo com essa ideação de nos eternizar, penso que podemos sofrer muito. A eternidade é apenas uma conjectura na qual queremos acreditar.

Nesse afã passam-se doze meses. E o que fica? O que vai? Gosto da perspectiva de tentarmos submeter o tempo fechando ciclos. É preciso termos a consciência de que ciclos devem ser fechados e outros iniciados.

Nos doze meses que se passaram fiz escolhas e atreladas à elas dei fim a inúmeras possibilidades, mas também me abri para a vida abraçando o porvir. Deixei pessoas para trás de maneira sóbria, reencontrei outras e recomeçamos. Conheci novas pessoas que parecem ser incríveis. Decidi minhas posições no trabalho, publiquei meu primeiro livro, escolhi novamente a cidade na qual quero viver por mais um tempo, deixei a barba crescer sabendo que teria que raspá-la novamente. Beijei, me arrisquei. Tentei ajudar quem queria ajuda e não ajudei aqueles que preferem seguir sozinhos. Reafirmei meu amor à família e aos amigos e minha cautela para com as instituições. Comecei a ler Kerouac, dei um tempo em Dostoiewski, chorei por Rubem Alves e me apaixonei de vez pelo velho Bukowski. Decidi não trocar de carro tão cedo e comprar mais chapéus e camisas de poá. Escolhi continuar amando as reticências e evitando as vírgulas. Na minha caminhada tive que ressignificar muita coisa para sobreviver. 

É isso: vamos fechar ciclos. Alguns dizem que começamos tudo igual. Que os projetos são os mesmos. Coitados. Estão deixando essa beleza que é a vida passar! Faça um novo projeto! Inicie um novo ciclo! Aprenda uma nova língua. Apaixone-se novamente. Aprenda a cozinhar! Corra! Corra mais cinco quilômetros. Faça Pilates. Mova-se, porque o universo pode conspirar por você a qualquer momento!

Desejo um bom término e um bom começo!”

Rapahel Juliano

Sempre encontramos alguém reclamando de alguma coisa que não anda bem. Na verdade isso faz parte da essência humana, uma busca incessante da felicidade tão prolatada pelos sonhadores, poetas e terapeutas.

                A felicidade está dentro de cada um de nós, porem, não sabemos ao certo porque, não estamos nunca satisfeitos, sempre queremos mais, e quando alcançamos o topo de algum anseio, para nós aquilo não serve mais, queremos sempre mais e mais e mais.

                Mas, nos esquecemos que nossa vida é feita de momentos, de pequenos momentos, de cada dia em que amanhecemos com vida e que nossos olhos podem se abrir e enxergar a vida.

                Ser feliz não é só ter muito dinheiro, mas ter saúde e paz para viver a cada momento da vida. É enxergar ao redor e ver que o sol brilha, o céu é azul, a água é alem de necessária a existência humana fonte da sobrevivência. Observar flores, ver as arvores com seus galhos se embalando ao vento.

                Ser feliz é dar um beijo na esposa ou no marido, abraçar e beijar os filhos, afagar o cabelo das crianças, dizer bom dia as pessoas, respeitar os pais e familiares, os vizinhos, parentes, amigos, desconhecidos, e todas as pessoas que nos cercam.

                Vivamos o hoje, o amanhã como se de fato fosse o ultimo dia de nossa vida, onde o amor fraternal deve ser uma máxima de nossa existência.

                Busque ser sincero, sem ferir as pessoas, ser cortês, ser amável e humilde para com suas ações, e, sobretudo, ame a si mesmo, como ensinam nossos lideres religiosos, independente da fé que professam.

                Aqui, olhe a seu redor e veja quanta coisa bela a ser vista, quanto é linda a natureza, o brilho das estrelas, a lua, tudo e tudo mais que existe na face da terra.

                Deixe o baixo astral de lado, pois, problemas todos nós temos. Tentemos resolve-los e se for difícil, agradeça ao Criador por ter dado inteligência e os dons da paciência, da tolerância, para que a partir daí, consigamos a Sabedoria necessária para prosseguirmos adiante vivendo intensamente.

 

Coordenador-Adjunto de Direitos Humanos da ASPRA. 

 CLAUDIO CASSIMIRO DIAS, SARGENTO PM,

 

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