Enquanto a família, Polícia Militar de Minas Gerais, amigos e sociedade choram a perda do sargento Roger Dias, assassinado brutalmente por um detento do sistema prisional, o Governo de Minas Gerais se mantém inerte as necessidades da segurança pública no Estado.
Entidades de classe e associações que representam a família militar mineira obtiveram a primeira vitória em favor do IPSM.
O Governador Zema já disse o que quer: ACABAR COM O IPSM!
Os presidentes das associações e entidades que representam os militares de Minas Gerais foram recebidos nesta terça-feira (14) pelo presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), o deputado estadual Tadeu Martins Leite (MDB).
A ASPRA/PMBM marca presença na reunião ordinária da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), nesta terça-feira (07/05), que irá discutir e votar o PL 2.239/24 apresentado pelo governo, o qual é inadmissível para a família militar.
Nesta segunda-feira (25/11) e terça-feira (26/11), a ASPRA/PMBM realizou a 1ª Reunião Geral com os diretores e conselheiros eleitos em 18 de agosto de 2024, que atuam na capital e no interior do Estado.
As associações e entidades que representam os militares de Minas Gerais se reuniram nesta terça-feira (14) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
Nesta sexta-feira (03), em entrevista à rádio Itatiaia, o Conselheiro Parlamentar da ASPRA/PMBM, Subtenente Luiz Gonzaga, detalhou a real situação do IPSM dos Militares de Minas Gerais e o Projeto de Lei 2.239/2024, enviado pelo Governo Zema para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
A ASPRA/PMBM, juntamente com outras entidades da classe militar e sindicatos dos servidores civis da Segurança Pública enviou um ofício ao presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Desembargador Luiz Carlos de Azevedo Corrêa Junior, solicitando uma reunião para discutir o Decreto do Teto de Gastos (48.886/2024).
Acompanhe o Papo de Guarnição desta quarta-feira (08).
A diretoria da ASPRA/PMBM participou nesta quinta-feira (02), de audiência pública a respeito do futuro do Instituto de Previdência dos Servidores Militares de Minas Gerais (IPSM). O debate foi realizado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
A audiência tratou da dívida de R$ 7 bilhões que o Governo de Minas tem com o IPSM. Durante as discussões, os militares reforçaram a importância da manutenção da proteção social para a família militar.
O Conselheiro Parlamentar da ASPRA/PMBM, Subtenente Luiz Gonzaga, destacou três pontos importantes do IPSM:
A Lei 10.366/1990, que está em vigor por todas os fundamentos constitucionais com ênfase a decisão do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE) que, em decisão na reclamação de novembro de 2023. formalizada pela ASPRA/PMBM, reconheceu que o ofício 293 de 2020, assinado pelo então secretário Matheus Simon, não tem validade jurídica e restabelecendo a obrigação patronal de 16%.
O Subtenente Luiz Gonzaga reforçou ainda que para a ASPRA/PMBM “é extremamente importante que a classe dos militares se una, como nunca, para impedir esta agressão do Zema”, complementa.
Contra a PL 2.239/2024
No mês passado, o governador enviou à ALMG Projeto de Lei 2.239/24 sobre a matéria. O projeto reduz o repasse da obrigação patronal, dos 16% previstos na Lei 10.366, de 1990, para apenas 1,5%. E eleva a cobrança da previdência dos militares de 8% para 10,5%, passando a cobrar 3% de contribuição de saúde, que não era cobrada.
O presidente em exercício da ASPRA/PMBM, Subtenente Heder, e o presidente eleito da associação para o triênio 2024-2027, Subtenente Pires, participaram nesta terça-feira (27/08), da cerimônia que comemorou os 42 anos de fundação do 18º Batalhão de Polícia Militar.