"Nossa preocupação principal é com a garantia de que o Estado continuará com o financiamento da Proteção Social, em que a saúde é um componente fundamental, nos termos da Lei 10.366/90, e de que o Estado de Minas não se renda à recuperação fiscal, pelos danos que a mesma impõe aos militares e servidores", explica o presidente da Aspra, Subtenente Heder.